segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Bordado Carioca

Bordado Carioca é um ateliê escola localizado no Morro da Conceição, no Centro do Rio de Janeiro. Formado por um grupo de mulheres que descobriram que o bordado é a melhor maneira de se expressar, o caminho para apoiar outras mulheres e jeito mais charmoso de homenagiar a cidade. O grupo (foto) cria e borda à mão usando técnicas diferencias que são compartilhadas em cursos e oficinas. As mulheres do Bordado Carioca também estão empenhadas em reunir e articular outros grupos em torno da valorização do bordado, do aperfeiçoamento de técnicas e na abertura e consolidação de novos espaços de reconhecimento e venda dos trabalhos. Desenvolvemos a logomarca e estamos começando a assessorá-los no processo de estruturação do negócio.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O D+ ACESSO é um portal que será lançado em breve pela D+ eficiente. O D+ Acesso tem como objetivo informar e orientar pessoas com deficiência física e sensorial de Curitiba e região metropolitana sobre marcos legais (Leis e Normatizações Federais, Estaduais e Municipais) e serviços públicos e privados que garantam acesso a rede de proteção social e qualidade de vida. Tudo isso com espaço para opiniões e avaliações sobre os serviços oferecidos, sugestões e identificação de demandas para que pessoas com deficiência possam usufrurir de suas cidades. A E-feito criou a logo, que alternará a representação da deficiência e desenvolverá o layout do site. Começamos pela locomoção com necessidade de cadeira de rodas, já que está representa um grande desafio do Direito à Cidade.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Quem tem medo de mouse?













Os personagens dessa campanha são os presidentes da Líbia (Muammar Al Kaddafi) e da Somália (Robert Mugabe). Raul Castro (Cuba), da Venezuela (Hugo Chavez) e do Irã (Mahmoud Ahmadinejad). A provocação é da ONG alemã ISHR (International Society for Human Rights), com criação da Ogilvy de Frankfurt. O organização luta pelos Direitos Humanos e a campanha faz pensar sobre o valor da internet para processo de organização e participação social.

fonte: http://colunistas.ig.com.br

Provocar funciona?

O conceito não é novo. Algumas campanhas ficaram famosas nos 80 e 90 lançando mão de campanhas provocativas. A marca italiana Benetton ficou internacionalmente conhecida pelas fotos usadas na produção dos seus catálogos (foto 1) e as polemicas criadas em torno do que as imagens colocavam em cheque. Embora não seja novidade para o mercado, para o terceiro setor, em especial o brasileiro, ainda há o que se pensar sobre o assunto. Isso considerando o potencial reflexivo que uma campanha com essa perspectiva pode gerar e o fato que elas podem representar menos custo. Isso porque de maneira geral essas campanhas possuem maior impacto e acabam por ganhar visibilidade fora da esfera do Terceiro Setor, já que acabam gerando virando notícia e mobilizando mídias de massa de forma expontânea. Organizações como Greepeace, conseguem com "uma faixa" e manifestações de muita ousadia dar visibilidade às suas causas. Outro exemplo, é o da Campanha contra AIDS realizada pela Liga da Juventude Socialista de Andaluzia/Espanha, que substituiu a óstia por um preservativo numa referencia ao ritual da missa católica. (foto 2). Agora a provocação e o impacto também podem ser bem humorados, como na campanha criada pela Cramer-Krasselt (USA) para a clínica do Dr. John Mullaly. (foto 3 fonte:http://blogdadois.wordpress.com). No Brasil a ong Afropress Agência de Comunicação Multiétinica causou polêmica quando criou a campanha (foto 4) para discutir a questão do racismo. O que você acha, provocar funciona? Deixe sua opinião.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Série de Vídeos sobre Consumo Consciente

A série " Consciente Coletivo",fruto da parceria entre o Instituto Akatu,o Canal Futura e a HP do Brasil, reune 10 vídeos de animação, de dois minutos cada, que abordam com bom humor e linguagem acessível temas complexos relacionados ao nosso modelo de produção e consumo. Os temas são apresentados de forma a suscitar reflexões sobre como o chamado estilo de vida moderno impacta na sustentabilidade do planeta.